22/11/09

sure

gostava de acreditar que aquilo que está escrito não mais pode ser apagado.
gostava de acreditar que há marcas indeléveis.
gostava de ler as palavras, gemidas, das minhas mãos.
e marcar, então, a tinta
um percurso inabalável, sereno
que certamente me levasse
e tão simplesmente
eu me deixasse ir.

11 comentários:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Graça Pires disse...

Mas há marcas indeléveis que são como caminhos onde a angústia ou o júbilo se detiveram...
Um belíssimo poema, Laura.
Beijos.

Arábica disse...

Linhas só tuas: pessoais e intransmissíveis. Tatuagem de uma vida.

Um beijo, Laura.

CNS disse...

Muito, muito bonito...

Nuno G. disse...

obrigado pelo carinho e pelo apoio
mais um belo poema o teu....
consulta o link

http://www.temas-originais.pt/livrarias.htm

onde poderas ver onde comprar o livro

beijo!

lysa disse...

...

1.01 disse...

tudo passa como a água de um rio, apenas fica o que se esquece e volta nos sonhos
como uma ponte para a memória, sobre a espuma dos dias

belo blog.

Gil Moura disse...

Olá, Laura

Vim a reboque do blog Carla. E gostei do que vi aqui neste lindo espaço.

Basta acreditar em nós, na nossa essência, e tudo pode realizar-se.

Se me permites, vou adicionar o teu blog aos meus favoritos.

E já agora, convido-te a visitares o meu modesto cantinho.

Beijinhos

Gil

Carla disse...

sabes que eu também gostava de acreditar, mas não consigo
beijo

Gil Moura disse...

Olá Laura!

Vim reler novamente este lindo poema, e deixar-te uma beijoquinha.

Gil

Anónimo disse...

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