12/10/12

Raios que partam os foguetes dos collants das mulheres.

A coisa mais terrível para acontecer a uma rapariga:
20 Minutos antes de saíres à noite, decides ir vestir-te à pressa porque estiveste presa à “Gabriela” e perdeste a noção da hora porque agora tens a mania de trautear as músicas e adorar os planos e a fotografia e perscrutar a roupa e os sapatos.
Pois bem, chegas ao quarto e decides-te pelo mais simples e eficaz. Uma minissaia preta.
A seguir, meias opacas. Pretas.
Uau. 3 Pares. Experimentas o primeiro. Um foguete na coxa direita.
Experimentas o segundo. Um foguete no joelho esquerdo.
Experimentas o terceiro. De frente, tudo bem. Viras-te de costas. Um foguete a sair do rabo em direção à coxa, ainda por cima um foguete voador, porque à medida que te mexes ele acompanha com um ritmo alucinante o desenho da tua perna. Fuck.
Vais à gaveta das meias e encontras umas que compraste em Londres há 10 anos e têm uns desenhos e umas letras. Fundo preto, caras vermelhas e letras cinza. Podiam ser pior.
Que remédio tens senão levá-las.
Vê lá tu, em 10 anos nunca as calçaste e num momento de aflição salvaram-te a noite e ainda por cima foram gabados.
Estranha forma de vida. Ou raios que partam os foguetes dos collants das mulheres.

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