E deixar-me lá a namorar com a minha sombra.
E ficar-me lá a dizer texto para os projetores de recorte.
E abandonar-me ao pó à madeira do chão ao cheiro a figurinos.
E morrer-me aos bocadinhos em cada personagem.
E ressuscitar outra vez. E recomeçar tudo outra vez.
Porque o Teatro é morrer de cada vez que se acaba.
E nascer de cada vez que se começa.
I loves you Porgy, de Keith Jarrett.






2 comentários:
que declaração de Amor, ao Teatro!!
:) podes crer, Luis.
Como eu amo o meu Teatro.
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