01/02/16

"os gatos não têm vertigens"

Lá acabei por ver. Porque duas pessoas (cuja opinião prezo) me falaram dele. E bem.
O filme vale pela Maria do Céu. A sua maturidade como atriz revela-se nos silêncios e imprime-se nos diálogos.
Nota-se alguma preocupação dos décors, na fotografia.
O argumento tem alguma poesia; os diálogos entre ela e o rapaz fluem com alguma graça. O vinho devia ser mais credível assim como a filha e o genro da Maria do Céu.
Também não me importava que houvesse editoras que publicassem livros com a facilidade demonstrada no filme.
Gostei muito do plano final. Quando ela dança com o Nicolau.
Mas esta é só a minha opinião.

Para falar verdade, o título é mais giro que o filme.

6 comentários:

No Meu Quarto Andar Sem Cave disse...

Nunca vi. Aprecio o trabalho da Maria do Céu Guerra, especialmente a fabulosa dicção :)

Laura Ferreira disse...

Sim :)
neste filme está especialmente bem.

Luis Eme disse...

também gostei muito do filme, por quase todas essas coisas de que falas, Laura.

Há alguma poesia espalhada na crueza da vida, e ainda bem... isso que torna possível viver quase ao lado do inferno.

Laura Ferreira disse...

:)

eusouassim disse...

A última frase é a definição perfeita para o filme ;-)

Beijos

Laura Ferreira disse...

:)

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