11/02/16
tempo & vida
Tenho-me detido (na sequência do inicio do Mestrado) a pensar, nestes últimos dias, na gestão do tempo.
Li vários artigos sobre o tema e de facto deu-me muito em que pensar.
Dei-me conta da importância e, às vezes, extrema dificuldade, da definição de prioridades. Nos tempos que correm, nunca temos tempo para fazer tudo o que gostaríamos; e de entre todas as nossas tarefas há aquelas que consideramos importantes (mas não urgentes) e as que são de facto urgentes, mas às quais não damos muita importância.
O tempo é, no meu entender, um dos recursos mais valiosos que dispomos; administrá-lo bem faz-nos ganhar autonomia e qualidade de vida.
Gosto de fazer estes exercícios; alterar formas e permutar hábitos.
O exercício que fiz ontem, depois da leitura, levou-me a fazer coisas que constavam, há muito, nos lugares últimos da minha extensa lista de tarefas diárias. O que fiz, então? Alterei prioridades. Coisas que fazia, decorrentes do hábito. E constatei que, não as fazendo, não precisava assim tanto de as fazer.
Fui deitar-me com uma sensação boa de coisa feita. Coisa nova.
Fui deitar-me a pensar no tempo. Tempo é vida.
Ontem a minha vida tornou-se um bocadinho mais vida porque ganhei mais tempo.
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3 comentários:
O tempo que usamos a pensar na gestão do tempo parece-me ser bem empregue porque permite fazer ajustamentos. O que é prioritário agora pode já não fazer sentido ter a primazia de ocupação do tempo daqui a uns meses.
Gostei da tua reflexão.
Beijo
concordo, Isabel. o tempo que destinamos a melhorar a nossa vida/nós vale sempre a pena.
beijinho
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