31/08/18

O Restaurante, de Harald Hamrell

Os nórdicos.
Primeiro arrebataram-me com a música.
Depois com os policiais, a par com algumas estatísticas.
Depois com algumas séries. Custou a habituar-me à língua. Dura e pouco maleável.

Depois de ver “O Restaurante”, rendi-me.
É das séries que mais gostei, nos últimos meses.
Delicada, intensa, com personagens desenhados à mão e interpretados com alma.
É uma série familiar, e aparentemente inócua. Mas encerra toda uma trama intensa, orgânica e intrincada, que nos leva através da segunda metade do século XX, a conhecer a saga da família Lowander.



Sinopse:
(Fonte – RTP)

Série de época nórdica que acompanha a história de uma família, os seus sucessos, derrotas, paixões e conflitos

Série de época nórdica que começa em 1945, no fim da Segunda Guerra Mundial. No centro de Estocolmo, no meio dos festejos, um beijo espontâneo entre dois estranhos irá ter consequências marcantes. Acompanhamos a história de uma família, os seus sucessos, derrotas, paixões e conflitos.

Estocolmo, 7 de maio de 1945. A Segunda Guerra Mundial chega finalmente ao fim e há esperança e entusiasmo num novo futuro. No meio das celebrações, no centro de Estocolmo, dois estranhos encontram-se num beijo rápido. Nina, uma jovem de classe alta, e Calle, ajudante de cozinha, estão longe de saber que o seu breve encontro terá consequências tumultuosas para muitas pessoas.
Para a família Lowander, o fim da guerra é um alívio. Os Lowander são donos do Djurgardskallaren, um restaurante de topo no coração de Estocolmo. Durante a guerra, o filho mais velho Gustaf conseguiu manter o restaurante através de meios bastante duvidosos e pretende continuar exatamente com o mesmo modo de gestão. Quando Peter, o filho do meio, regressa a casa depois da guerra descobre que o restaurante está à beira da falência. São necessárias grandes mudanças para acompanhar os tempos e modernizar o restaurante. Poderá a filha mais nova, ajudar? Nina procura a aprovação da família para abrir uma boate no salão de banquete do restaurante, mas a sua paixão por Calle vai mudar a sua vida.
O futuro do restaurante provoca um conflito familiar. A decisão pertence a Helga, a mãe, que com a assistência do chefe de cozinha Backe vigia o negócio da família. Helga enfrenta o difícil desafio de manter a família unida e ao mesmo tempo assegurar a sobrevivência do restaurante.

28/08/18

das cores

tenho andado a trocar-me de cores
e a trocar algumas das cores da minha vida.
não porque me sinta ou porque queira ser artista.
mas porque a vida me tem trocado tons, prioridades e diferenças.

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