30/06/11

o meu azul

 conjugo flores, poemas e ameixas
velas, cabelos esquecidos e bilhetes de concertos.
junto-lhes um cigarro fumado na varanda pequena
no morno da madrugada
e polvilho com conversas ao ouvido e risos abafados.
envolvo qual dança do amor
junto paixão, água e mãos dadas
e obtenho a receita perfeita de uma noite em que esqueço quase tudo.
menos nós.

3 comentários:

Luis Eme disse...

é quase um poema de amor.

Unknown disse...

Esse está divino!

Laura Ferreira disse...

Obrigada. Um beijo aos 2.

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